<font color=0094E0>Artistas da Festa</font>

Recordando
Woody Guthrie


«Esta máquina mata fascistas», podia ler-se na guitarra do músico e compositor norte-americano Woody Guthrie. Nascido em 1912 e falecido em 1967, Woodrow Wilson «Woody» Guthrie é um dos nomes mais importantes da cultura norte-americana do século XX, tendo deixado um impressionante legado musical, que consiste de centenas de canções, baladas e improvisações, indo dos temas políticos e sociais às canções infantis, passando pelos temas tradicionais.
Aquela que é talvez a sua canção mais conhecida, This Land is Your Land (Esta Terra é a tua Terra), é regularmente cantada em algumas escolas norte-americanas. Muitos dos temas que gravou estão arquivadas na Biblioteca do Congresso.
As suas canções deram voz à América sem voz – a América dos operários, dos negros, dos camponeses – que conheceu numa vida de andarilho, percorrendo várias cidades acompanhado apenas pela sua guitarra. Desta vivência surgiram muitas das canções que escreveu, contribuindo para cimentar as suas convicções comunistas.
Várias gerações de músicos folk e rock foram por si influenciados, como Pete Seeger e Bob Dylan.
Afectado pela mesma doença que vitimara a sua mãe, foi já um Guthrie doente que assistiu ao ressurgir da música folk nos Estados Unidos, em estreita ligação com a luta contra a guerra e pelos direitos civis. Actualmente, existe um festival de folk com o seu nome, na sua cidade natal, e muitos compositores editam, ainda hoje, versões de canções suas.

The Coal Porters

Formados em Los Angeles, os The Coal Porters tinham originariamente uma sonoridade eléctrica. Só depois de se terem mudado para Londres e de se terem verificado mudanças na sua composição, iniciam-se em sons mais acústicos. Em várias digressões, nos EUA e na Europa, foram reforçando o seu prestígio junto do público e da crítica.
Em Setembro de 2004, editam finalmente o seu primeiro álbum acústico de estúdio (depois de lançarem alguns trabalhos a partir de concertos), How Dark this Earth Will Shine. Em Março deste ano, sai o segundo do género, Turn The Water On, Boy!.
Firmemente estabelecidos nos circuitos musicais dos Estados Unidos e Inglaterra, os The Coal Porters têm um som muito próprio, acústico, mas com atitude.

Chad Dughi

Compositor e intérprete de música tradicional norte-americana, Chad Dughi passa actualmente a maior parte do seu tempo na Irlanda, onde toca com a nata dos músicos folk daquele país. Freedom (Liberdade) é o seu segundo álbum, que contém canções originais e versões de Woody Guthrie.
O disco reflecte as suas deambulações pela América do Norte e por vários locais da Europa, revelando uma especial atenção à situação política do seu país.

Outros artistas

André Cabaço

Natural de Maputo, André Cabaço, desde há muitos anos em Portugal, desenvolve vários trabalhos musicais, com destaque para as composições nas áreas do afrojazz, do house e do funk, tendo trabalhado ao lado de vários músicos portugueses (Carlos Martins, Vitorino, Sérgio Godinho, Janita Salomé, Guto Pires).
A pesquisa de ritmos, canções, técnicas de execução de instrumentos musicais tradicionais de Moçambique faz com que André Cabaço seja capaz de incluir no seu repertório, temas inspirados nas diversas tradições dos diferentes grupos étnicos existentes no país.

André Fernandes Quarteto com Mário Laginha

Apesar dos seus 31 anos, André Fernandes tem já um invejável currículo como currículo de Jazz. O seu quarto disco de originais, Cubo, confirma-o como uma das certezas do género em Portugal. Para além dos seus dotes como instrumentista, André Fernandes soube rodear-se de um grupo de músicos que garantem um desempenho superlativo. Entre eles, o pianista Mário Laginha.

Blues Big Band (Brasil)

Prova de que o blues conquistou por direito um lugar sólido no país do samba, é espectáculo emocionante que esta grande formação de músicos brasileiros promete ao público da festa. Com um repertório recheado de temas obrigatórios para os amantes do género, a Blues Big Band é constituída por uma plêiade de instrumentistas de qualidade que produzem um som vibrante e inesquecível.

Big Band do Hot Clube de Portugal

Constituída em 1990, a Big Band do Hot Clube de Portugal tem 17 músicos, entre eles nomes consagrados do panorama do Jazz nacional. O seu repertório centra-se nos clássicos do género, como Duke Ellington, Count Basie, George Gershwin, Benny Goodman, Glenn Miller , That Jones, entre outros. Rapidamente conquistou o público e a crítica especializada tendo realizado espectáculos memoráveis.

Camané

Consagrado fadista português, Camané tem já uma longa carreira. Em 1979, ganhou a Grande Noite do Fado, o que lhe possibilitou a gravação de um álbum produzido por António Chainho. Após cinco anos de interrupção, regressou às lides do fado, actuando em diversas casas de fado e participado em várias produções de musicais. Não hesita em explorar outros sons, tendo participado em projectos com vários músicos e bandas de vários géneros musicais.

Da Weasel

Os Da Weasel são uma já consagrada banda de hip-hop nacional. Nascidos em 1993, percorreram um longo caminho, recheado de sucessos de vendas e poderosos concertos em variados festivais e palcos no País e no estrangeiro. O seu último álbum, Re-Definições, foi quadrupla platina, com mais de 80 mil cópias vendidas e deu ao grupo vários prémios, entre os quais dois Globos de Ouro e um prémio MTV.

David Binney Quintet (com Mark Turner)

O saxofonista David Binney é um dos mais prolíficos músicos da nova geração do Jazz. Elogiado por críticos e colegas, foi recentemente apontado pelo Jazz Times como um dos poucos «jovens músicos que contribuíram para um panorama de jazz alternativo… e que tocam música ousada e original». Com David Binney vem o saxofonista Mark Turner.

Eneida Marta

Eneida Marta nasceu na Guiné-Bissau. Descendente de uma família de artistas, produziu o seu primeiro trabalho, Nô Storia, em 2001. Passado um ano, volta a surpreender o público com o CD Amari. Em Janeiro de 2006 apresenta o seu terceiro disco, Lô Kai.
O seu reportório conta com uma grande variedade de estilos que passam pelo Gumbe, Morna, Singa, Flamengo, Gospel e Jazz.

Fado Morse

Fado Morse é uma proposta musical que promete vingar no panorama nacional. Esta banda cruza várias estéticas da música moderna com a música tradicional portuguesa, obtendo uma sonoridade inovadora e surpreendente. Um projecto diferente, que conta com músicos das mais diversas proveniências musicais.

Faith Gospel Choir

Faith Gospel Choir é um grupo cristão com mais de 30 elementos. O grupo apresenta um repertório vasto baseado nos clássicos da música gospel e dos espirituais negros com temas como Happy Day, When the Saints (Go Marching In), Kumbaya, Amazing Grace, interpretando também outros temas de músicos como Fred Hammond, Kirk Franklin, Myron Butler & Robert Searight, entre outros temas originais.

Galandum Galundaina e Toques do Caramulo

Com um espectáculo que vagueia pelas cantigas de Mirandela e Caramulo, os Galandum Galundaina e os Toques do Caramulo vão actuar juntos, numa homenagem à nova música tradicional portuguesa. Em palco, para além das vozes, vão estar instrumentos como gaitas de foles, sanfonas, percussões tradicionais, flautas, entre outros.

Grupo Moncada

Contando já com 36 anos de carreira, o grupo criado em Havana é sinónimo de entusiasmo, alegria juvenil e contemporaneidade, fazendo da comunicação com o público um dos seus trunfos em palco.
Do extenso percurso de actuações do Grupo Moncada, contam-se presenças nos grandes festivais e em espectáculos de impressivo sucesso nos continentes Americano e na Europa, com destaque para as 100 mil pessoas que, em 1994, em Roma, entraram no novo ano ao som dos ritmos caribenhos.

Júlio Pereira

Como multi-instrumentalista, compositor e produtor, ao longo de três décadas de carreira, Júlio Pereira tem norteado a sua preocupação artística por parâmetros que tomam como referência a universalidade das manifestações culturais.
Com um extenso reportório, o músico está, entretanto, a preparar um disco, Faz de Conta, que se cruza com nomes nucleares de autores de língua portuguesa, como Eugénio de Andrade e Vinícius de Moraes.

Júlio Resende Quarteto

Nascido em Faro, Júlio Resende começou a tocar piano aos quatro anos. Em 2003, chamado a integrar a primeira Big Band Nacional da Juventude, projecto conjunto do Hot Clube de Portugal e Ministério da Cultura, que pretendeu seleccionar os melhores jovens músicos nacionais até aos 30 anos. Improvisador por excelência, editou em 2007 o seu primeiro álbum Júlio Resende – Da Alma.

Krissy Mathews Blues Band

Krissy começou a tocar blues aos 11 anos de idade. Hoje, com apenas 15 anos este jovem britânico é considerado um prodígio da guitarra blues. A sua sonoridade inspira-se fortemente em nomes como Jimi Hendrix and the Yardbirds. Este ano, Krissy e a sua banda já actuaram em países como a França, Noruega, Suécia, Dinamarca, Escócia, Alemanha e Holanda. A imprensa especializada não lhe regateia elogios: Krissy é visto como a grande esperança do blues britânico.

Kumpania Algazarra

De regresso à Festa do Avante!, este ano com um concerto em nome próprio, a Kumpania Algazarra traz à Atalaia uma animada viagem ao encontro de diferentes sonoridades, cruzando influências do Leste da Europa com sons árabes, afro com ska, polka, swing, entre outros, menos passíveis de classificações. Está garantido um ambiente festivo com originais fusões, melodias vibrantes e letras enérgicas.

Mind da Gap

Mind da Gap é um dos mais bem sucedidos projectos do hip-hop nacional. Nascidos em 1993, quando o género não havia ainda conquistado o seu lugar, construíram uma carreira coerente, ultrapassando com sucesso os vários obstáculos com que se depararam. O seu primeiro álbum Sem Cerimónias é um marco decisivo deste género musical feito em Portugal. Os discos seguintes, A Verdade, Suspeitos do Costume e Edição Limitada confirmaram a sua inquestionável qualidade.



O som das culturas europeias interpretados em instrumentos de todo o mundo são marca distintiva dos Mú, banda que, como tantas vezes acontece na música, nasce no Porto, em 2003, fruto da espontânea vontade de comunicar.
Quem os viu no Andanças, no Intercéltico de Sendim, no Danzas sin Fronteras, ou no Intercéltico do Porto, sabe que o folk dos Mu não vai permitir que alguém fique parado, por isso, preparem-se para dançar!

Navegante

A criação, ou recriação, de temas tradicionais, respeitando as raízes de um passado recente, mas não esquecendo o presente, são a principal característica do projecto Navegante. Os instrumentos portugueses são uma prioridade no trabalho deste grupo, pois as composições e arranjos são pensados na sonoridade e potencialidade de cada um deles.
Para a Festa do Avante!, esta formação vai actuar em conjunto com os Ttukunak (País Basco), os Mimo Epifani (Itália), Amélia Muge, João Afonso e Rui Júnior.

Nuno Mindelis

Apaixonado pelos blues desde a infância, este músico angolano, nascido em Cabinda em 1957, lançou seu primeiro disco a solo no Brasil, em 1990, Blues & Derivados. Em Maio de 1998 é eleito o «Melhor Guitarrista de Blues» pela revista americana Guitar Player. Nas américas e na Europa, Nuno tem conquistado o público nas várias digressões que realizou. Na Alemanha, Holanda e Luxemburgo, os seus discos são êxitos de vendas ao lado dos maiores nomes deste género como BB King, Robert Cray, Buddy Guy e outros.

Pedro Jóia

À espera de Armandinho é o quinto e mais recente trabalho do guitarrista Pedro Jóia. Neste álbum, Jóia interpreta em guitarra clássica obras originalmente compostas para guitarra portuguesa por Armandinho, um dos seus mais importantes instrumentistas. O espectáculo Mourarias, em parceria com o percussionista Vicky, reúne temas originais de Pedro Jóia com composição de Carlos Paredes e Armandinho.

Skalibans

Criada em 2004, os Skalibans seguem uma sonoridade Punk-Ska-Reggae. Após estabilizar a sua formação recentemente, depois de anos de entradas e saídas de elementos, dos seus concertos pode esperar-se muita energia e boa disposição. Em 2007, editaram uma maquete e dois singles e estará brevemente disponível o seu primeiro álbum, Is it Voodoo?, com 13 temas originais.

Tabanka Djaz

Oriundos da Guiné-Bissau, os Tabanka Djaz, são a banda mais influente da África lusófona. Integrando excelentes executantes, apresenta uma música feita de envolvências rítmicas inebriantes, dançáveis, com influências dos mais diversos estilos tradicionais guineenses e tropicais, sobretudo do Gumbé (ritmo de música de cariz urbano, oriundo da região de Bissau).
Os Tabanka Djaz são a única banda africana que, em Portugal, conseguiu alcançar disco de prata logo no seu primeiro trabalho, e disco de platina com Sperança, o seu segundo álbum.

Terrakota

Bem conhecidos do grande público e com um extenso cartaz de actuações em anteriores edições da Festa do Avante!, os Terrakota são sinónimo de fusão de influências, numa harmoniosa explosão de energia, paixão, alegria e ritmo que misturam culturas e instrumentos.
Com dois álbuns no mercado, Terrakota e Humus Sapiens, Alex, Humberto, Junior, Francesco, David e Natan acompanham Rami num espectáculo que nos transporta em segundos numa viagem do Caribe para o deserto africano, da Jamaica para o Sul da Europa.

Tucanas

Percussão criativa no feminino: é este o cartão de visita das Tucanas. São cinco mulheres que desde 2001 têm vindo a desenvolver um projecto com novas sonoridades através da percussão, voz e acordeão. São compositoras de todos os seus temas, inspirados nas suas vivências pessoais. O espectáculo tem uma forte componente cénica onde brincam e jogam com o ritmo e a harmonia dentro de um visual muito próprio, entre a sensibilidade feminina e a força rude de tocar percussão.

Vieux Farka Touré

Filho do aclamado músico maliano Ali Farka Touré, Vieux herdou o virtuosismo e a sensibilidade na recolha, composição e interpretação dos sons profundos de África e do seu povo.
Em 1999, Vieux Farka Touré começa a trilhar o seu percurso inscrevendo-se no Instituto Nacional de Artes na capital do Mali, Bamako, onde conheceu Eric Herman, músico e produtor norte-americano com quem, em 2005, trabalhou no seu álbum de estreia sob a chancela da Modiba Productions.
Antes, porém, Vieux Farka Touré teceu o seu caminho introduzindo ao tradicional desert blues do Norte do Mali revigoradas sonoridades, acompanhando Toumani Diabaté, mestre da kora, em espectáculos realizados em França e África do Sul.

WrayGunn

Originários de Coimbra, os WrayGunn são originários de Coimbra e estão a consolidar o seu nome no panorama Rock nacional. Recentemente, lançaram o seu mais recente álbum Sangi-lá. Nos concertos, para além das suas canções originais, costumam interpretar clássicos do rock n' roll, como You Really Got Me, dos The Kinks, ou My Generation, dos The Who.

X-Wife

Depois de uma estreia marcante com Feeding the Machine, os X-Wife preparam o seu novo álbum Are You Ready for the Blackout?, com edição prevista para Setembro. Este álbum confirma, em definitivo, os X-Wife como uma dos grupos mais modernos da cena electro-rock feito em Portugal.

Xaile

Há um novo projecto no panorama musical português, Xaile, que conta com as talentosas Mília, Maria e Bia, todas elas cantoras e instrumentistas. O grupo conta ainda com as presenças de Rui Filipe e Johnny Galvão, fundadores da banda.
Os Xaile juntam a música tradicional portuguesa com sonoridades tão distintas como o funk, o jazz e o hi-pop. Uma mistura que o torna um projecto único em Portugal.

Xutos & Pontapés

Os Xutos dispensam apresentações. Ainda para mais na Festa do Avante!, onde brindam sempre o público da Atalaia com uma energia contagiante e uma entrega total. Com quase trinta anos de carreira, os Xutos & Pontapés têm algumas das mais famosas canções do rock nacional, com melodias características e letras que demonstram uma atenta observação da vida e do mundo que (n)os rodeia.

Outros sons

A música tradicional e popular e o folclore, continuam a contar com um espaço privilegiado na programação da Festa do Avante!. Este ano, pelo Palco Arraial, ao longo dos três dias da Festa, passarão grupos representativos de quase todas as regiões do país e de algumas das suas expressões musicais e etnográficas mais tradicionais e genuínas.
A animação de rua será constante e, um pouco por toda a Festa, em vários palcos, será possível escutar outros sons.




Mais artigos de: Em Foco

<font color=0094E0>Solidariedade que constrói</font>

Construída pelo esforço e dedicação militante, a Festa do Avante! é um acontecimento ímpar no panorama nacional. Para além das milhares de horas de trabalho voluntário, também a compra antecipada da Entrada Permanente (EP) é um contributo fundamental para fazer desta edição a melhor de todas as festas. E as vantagens são mútuas: comprada antecipadamente, a EP custa apenas 18,50 euros.

<font color=0094E0>Grande Gala de Ópera</font>

ArtistasAna Paula Russo (soprano)Giovanni Manfrin (tenor),Laryssa Savchenko (meio-soprano)Pedro Correia (barítono)Luíza Dedisin (soprano)Luís Gomes (tenor)Orquestra Sinfónica Ginásio ÓperaMaestro Kodo YamagishiCoro Lisboa CantatMaestro Jorge AlvesPrograma• Gioachinno Rossini. Il Barbiere di Siviglia Abertura. Orquestra•...

<font color=0094E0>«Sala de visitas» da Festa do Avante</font>

Marcando, pela sua dimensão e impacto, uma inconfundível presença na Quinta da Atalaia, o Pavilhão Central assume-se como o grande espaço de exposições e debates da Festa do Avante, na sua principal «sala de visitas».São muitos os elementos de interesse para uma visita atenta ao Pavilhão Central. «Os 160 anos do...

<font color=0094E0>As lutas de um povo</font>

Os espaços das organizações regionais do Partido, para além de trazerem à Festa as tradições, os sabores e as culturas do povo português, não esquecem as lutas travadas em defesa do emprego e dos serviços públicos. Lutas que se travaram e travam de Norte a Sul e que a Festa projecta.A chama mais acesa da RevoluçãoOs...

<font color=0094E0>Resistência e luta contra o imperialismo</font>

A 32.ª edição da Festa do Avante decorre num ano em que se assinalam dois marcos importantes na resistência e na luta dos povos contra o imperialismo: «O 50.º aniversário da Revolução Cubana» e «Os cinco anos de resistência à invasão do Iraque». Pela sua relevância, estes dois acontecimentos merecem grande destaque no...

<font color=0094E0>«Sentir a vida, transformar o mundo»</font>

Com o lema «Sentir a vida, transformar o mundo», o Espaço da Ciência e Tecnologias vai, este ano, acolher uma exposição sobre os cinco sentidos (visão, audição, olfacto, paladar e tacto). «Através dos cinco sentidos temos a capacidade e a percepção da vida e do mundo que nos rodeia. No entanto, não basta percepcionar e...

<font color=0094E0>Qualidade a preços competitivos</font>

Este ano não vão faltar razões para uma visita à «tenda do livro»: qualidade, variedade, quantidade e preços muito convidativos. Em destaque está a cuidada e magnífica reedição do romance «Quando os Lobos Uivam», de Aquilino Ribeiro. Trata-se de uma edição limitada na qual a excelência do texto é acompanhada de um...

<font color=0094E0>Teatro de intervenção</font>

A programação do Avanteatro para este ano mantém, no fundamental, as áreas artísticas abrangidas nos últimos anos, ou seja, o teatro e o teatro para a infância, a dança, a música e o cinema-documentário.Destaca-se, no entanto, os 47 anos da criação do Grupo de Teatro Moderno de Lisboa, que lançou e que deu origem a...

<font color=0094E0>Actividades desportivas</font>

Cada vez mais modalidades preenchem o programa desportivo na Festa, num trabalho coordenado entre o Partido e o movimento associativo e desportivo. Este ano as modalidades desportivas presentes serão: ginástica, dança, mini-basquete, futsal, esgrima, patinagem, aikido, budo, judo, jiu-jitsu, gojo ryu, shotokai, krav...

<font color=0094E0>Ir, ficar e voltar</font>

É cada vez mais fácil ir e voltar da Festa do Avante!. Os transportes públicos têm os horários alargados, de forma a melhor servir os visitantes. Quer se venha do Norte ou do Sul, há transportes para a Quinta da Atalaia: autocarro, a partir de Cacilhas ou do Seixal, com ligação aos barcos, ou da Baixa da Banheira; de...

A Festa da Alegria e da luta

O fim-de-semana foi de Festa. Tendo completado, este ano, 30 anos de existência, na Festa da Alegria «brindou-se» à camaradagem, à solidariedade, à resistência. Foi ainda momento de revigorar forças para a luta de sempre, para a luta dos comunistas.

Confiança num País mais justo e democrático

No domingo, no comício de encerramento da Festa da Alegria, Jerónimo de Sousa propôs uma ruptura com a política de direita e apelou a todas as forças políticas e sociais, aos democratas preocupados com o rumo do País, para que se faça uma convergência no sentido de se exigir uma política alternativa, virada para o crescimento económico, para a defesa do aparelho produtivo e da produção nacional, para a valorização do trabalho, dos direitos, dos salários, para a defesa dos serviços públicos, na afirmação de um Portugal soberano onde sejam os portugueses a decidir o seu futuro colectivo. Segue a intervenção na íntegra.

Ruptura com a política de direita

Aqui estamos neste espaço de solidariedade e de alegria, nesta Festa que, durante dois dias, transformou, mais uma vez, o Parque de Exposições de Braga num espaço de cultura e de desporto, num espaço gastronómico, num espaço popular ligado às raízes do nosso povo, num espaço de convívio, e acima de tudo, num grande...

JCP na primeira linha da luta

«Camaradas e amigos,«Com toda a alegria, bem ao jeito desta grande Festa, saúdo todos os que contribuíram para que se concretizasse mais uma Festa da Alegria, a 15ª.«Saúdo em particular os jovens comunistas e amigos que deram o seu contributo, também ele fundamental, para que hoje afirmemos aqui, que esta festa, é também...

Combate e resistência!

«90 anos da Revolução de Outubro», «Iraque: 5 anos de guerra e de ocupação» e «Caxias: uma fuga audaciosa» foram as exposições centrais na Festa da Alegria.

O «Fados»

A escassas centenas de metros do Auditório do Parque de Exposições de Braga, dezenas de camaradas, activistas e amigos do Partido davam, na sexta-feira, os últimos retoques na Festa da Alegria. No interior da sala fazia-se silêncio, porque se ia cantar e ouvir o fado. Em estreia absoluta na cidade, o filme «Fados»,...

Todos pelos direitos de Abril!

As lutas e as conquistas da juventude foram uma constante no espaço da JCP, local onde esteve patente a exposição «Abril: direitos para todos! Todos pelos direitos de Abril!». Os visitantes puderam assim recordar aquelas que foram as conquistas da juventude, fruto da sua luta, e aquelas que são as ofensivas aos direitos...

Divulgar novos projectos de Norte a Sul do País

Durante os dois dias, realizou-se, no Palco da Juventude, a Finalíssima Norte dos Festivais de Bandas da JCP. Foram apurados, para tocar na Festa do Avante!, os Happy Mothers (Porto), os Void Academy (Viana do Castelo), os Clandestino (Braga) e os Sequeia (Castelo Branco).A Finalíssima Sul teve lugar, dia 12 de Julho, no...

Artes de palco

No programa político e cultural da Festa da Alegria nos seus 30 anos de existência, não podia faltar o Teatro para graúdos e miúdos.Sábado, a tenda do Auditório encheu-se para ver «O Julgamento das Taberneiras de Lisboa», levada à cena pela Nova Comédia Bracarense. Em palco, os actores vestidos a rigor trouxeram ao Norte...

Desporto para todos

O desporto foi outra das iniciativas de grande êxito na Festa da Alegria. Para além de uma concorridíssima parede de escalada, que contava com a ajuda de uma equipa de pessoas especializadas para o caso, realizaram-se ainda demonstrações de hip-hop, muitos jogos e provas colectivas. Para o delírio dos mais novos havia um...